A FLORESTA
QUE RESTOU
Assista ao vídeo e descubra como a vegetação influencia diretamente a sobrevivência da fauna.

A região estudada está localizada em uma área de transição entre Cerrado e Mata Atlântica, condição que favorece elevada diversidade biológica. Entretanto, a retirada da cobertura vegetal ao longo da história deixou marcas profundas na paisagem.
Hoje, os remanescentes florestais funcionam como refúgios para inúmeras espécies e desempenham papel essencial na conservação dos recursos hídricos, na proteção do solo e na manutenção dos corredores ecológicos.
Os especialistas entrevistados explicam como a perda da vegetação afeta rios, nascentes e a própria capacidade dos animais de se deslocarem pela paisagem.
"Você tira a mata das cabeceiras, diminui a recarga; tira a vegetação das matas ciliares, aumenta o assoreamento. É uma espiral muito ruim que é o que estamos colhendo hoje."
A sequência de mapas mostra a transformação do território de Bauru, Pederneiras, Agudos e Piratininga ao longo de quase quatro décadas.






O macaco-prego do fragmento aprende, em poucas gerações, a comer milho da lavoura vizinha. A floresta encolhe; o cardápio também. Adaptar-se, aqui, é resistir.
